quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Para.

Para o mundo agoraaaaaaaaaaaaaa! Eu quero, eu preciso descer!
Eu não sei o que anda acontecendo! Eu só sei que quero explodir, quero explodir tudo, eu queria ter uma bomba, um flit paralisante qualquer! hahahahaha
Eu tô aflita, tá tudo embrulhado aqui dentro... Parece que a qualquer momento alguma coisa pode acontecer. Tá bom, respira fundo... Ufa... Não estou nem um pouco aliviada. Será que sentimentos são assim mesmo... Eu tô amando novamente. De novo e de novo, e é um leonino... hahaha. E me seduziu... Na verdade eu quis me sentir seduzida... Faz um tempão que não me sinto desse jeito. Apaixonadinha e desesperada. É tristeza, alegria, é uma agonia, um desespero, uma loucura, uma coisa que tira a paz... Tô sem paz, ele roubou minha paz e meu coração. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Isso é tão cômico... Tão engraçadinho... Tão idiota. É ridículo.
"O amor é o ridículo da vida. Nele agente procura uma pureza impossível que está sempre se pondo e indo embora. A vida veio e me levou com ela. Sorte é abandonar-se e aceitar essa vaga idéia de paraíso que nos persegue bonita e breve como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não dói."

Meu coração anda apertado ultimamente. Pertubardo. Mas agora é sério. Ando tão aflita, tão comigo mesmo... Tão perdida em mim, e eu não sei por onde me encontro. Tá tudo escuro e estou anciosa por sair desse túnel. Tá insuportável, as vezes da vontade de parar o mundo porque eu preciso descer. Por isso você vai ouvir meu grito de desespero: PARA O MUNDO PORRA! EU QUERO, EU PRECISO DESCER. Eu não aguento mais. Eu não aguento mais, eu não aguento mais mesmo.

Bem vindo a minha vida meu mais novo e desesperado amor.

2 comentários:

Anônimo disse...

"Não se admire se um dia um beija-flor invadir,
A porta da tua casa te der um beijo e partir,
Fui eu que mandei o beijo, que é para matar meu desejo,
Te mando um monte de beijos,
Ai que saudade de você..."

Paulo Katzalbager Weiss disse...

"Querido para mim é meu sono;
E mais se sê de pedra
Enquanto o erro e a vergonha ficam;
Não ver, não sentir,
Grande sorte para mim;
Porém não me desperte,
Silêncio! Fala baixo."

Michelangelo